A família Spurgeon foi para a Inglaterra durante a perseguição de Filipe II, da Espanha, no final do século XVI, nos Países baixos.
Converteu-se aos 17 anos pela pregação de um orador metodista em Cambridge e tornou-se um pregador leigo, isto é, sem formação acadêmica.
Após sua conversão, juntou-se à comunidade batista em Cambridge. Sua fama cresceu e, aos 17 anos, tornou-se pastor. Aos 20, era conhecido, por todo país, como "o menino pregador". Seus sermões começaram a ser impressos e lidos pelo mundo inteiro. Era comum, em Londres, as pessoas se reunirem, às segundas-feiras, para ler seus sermões. A leitura abrangia tanto trabalhadores da construção cívil quanto o pessoal dos escritórios.
Por quarenta anos pregou para imensas audiências e ganhou cerca de 10.000 almas para Cristo. Entrou para os anais da história eclesiática como o "príncipe dos pregadores". Fundou o Colégio de Pastores e, até a sua morte, treinou cerca de 900 pregadores.
Ao morrer, em 1892, 6.000 pessoas assistiram ao seu funeral em cortejo fúnebre. Em seu caixão, a Bíblia aberta no texto usado para convertê-lo: "olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os confins da terra; pois eu sou Deus, e não há outro" (Isaias 45:22). Converteu-se aos 17 anos pela pregação de um orador metodista em Cambridge e tornou-se um pregador leigo, isto é, sem formação acadêmica.
Após sua conversão, juntou-se à comunidade batista em Cambridge. Sua fama cresceu e, aos 17 anos, tornou-se pastor. Aos 20, era conhecido, por todo país, como "o menino pregador". Seus sermões começaram a ser impressos e lidos pelo mundo inteiro. Era comum, em Londres, as pessoas se reunirem, às segundas-feiras, para ler seus sermões. A leitura abrangia tanto trabalhadores da construção cívil quanto o pessoal dos escritórios.
Por quarenta anos pregou para imensas audiências e ganhou cerca de 10.000 almas para Cristo. Entrou para os anais da história eclesiática como o "príncipe dos pregadores". Fundou o Colégio de Pastores e, até a sua morte, treinou cerca de 900 pregadores.

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